20 de março de 2018

Por algum motivo, resolvi voltar

Imagem de photography


Depois de quase 2 anos sem entrar nessa conta, eu resolvi voltar, nem sei porque fui embora, acho que foi preguiça, é dificil ter um blog, eu já tive uns vários.
Voltei, provavelmente porque quero documentar uma fase da minha vida que tem sido um monte de coisas: Felicidade intensa, tristeza intensa, realizações e frustrações, tudo junto, tudo gritando e correndo junto comigo, alias, voltei a correr, depois de 5 anos de puro sedentarismo, engordei uns 15kgs desde então, mas tenho me amado como nunca, me sinto segura, as vezes não, mas sei me olhar no espelho e me sentir eu, linda, do jeito que eu sou, do jeito que eu estou agora, digitando esse texto, com o cabelo amassado, sem maquiagem, unha por fazer, de calça jeans e camiseta branca, bem básica, putz, que ótimo é se encontrar em meio a tanta coisa, hoje eu sou isso e tenho orgulho, as vezes sinto vontade de desistir, mas passa, a terapia ajuda a passar, inclusive, estou amando fazer terapia, tem sido incrível, muito enriquecedor, não quero desistir, as vezes a vida cobra, mas quero ser firme.

Conheci umas pessoas com a carga espiritual muito forte, me acendi, quero saber mais, viver mais, sentir mais, quero trabalhar minha fé, não sei ainda no que eu acredito, mas sei que a fé, o amor e a paz interior andam juntas. Passei por poucas e boas, mas muito boas por sinal, cresci muito e me sinto segura para voltar e por isso depois de quase 2 anos sem entrar nessa conta, eu resolvi voltar.

17 de fevereiro de 2016

365 In Sampa: Era uma boa ideia até eu pensar nela


Isso que dá ter uma ideia e não pensar na execução dessa ideia, tudo é lindo na planilha do excel, mas na prática...
Aconteceu o mesmo comigo e com a melhor/pior ideia que eu já tive na vida e me arrependo até hoje de ter dividido isso com o mundo. É decepcionante perceber que você não consegue por em prática algo que você mesmo inventou, mas nada é o fim do mundo, nada.

DESISTI DO 365 IN SAMPA, Simplesmente porque não estava mais fazendo sentido pra mim, não era algo que estava tendo minha total atenção e quando as ideias e os planos saem dos eixos, pra mim o melhor é se reinventar, pensar mais sobre e depois voltar com outra ideia, e quem sabe outros projetos. Estou um pouco decepcionada comigo mesma, mas estou me sentindo muito mais livre, não posso abraçar algo maior que meus braços e que exigem mais atenção e dedicação do que eu posso dar. No momento tenho outras prioridades - bem mais importantes por sinal - e que tomam todo meu tempo e minha vontade.

Mas calma, eu não vou desistir de fotografar e quem sabe gravar uns vídeos legais. Eu vou continuar com o Bossa, vou fazer ensaios, vou me dedicar a estudar mais fotografia e aprimorar tudo isso e espero que vocês continuem curtindo.

18 de janeiro de 2016

Ser alguém na vida


Não há frase que me incomode mais do que essa, pra mim ela só serve para pressionar, frustar e fazer com que a gente esteja cada vez menos satisfeitos com a nossa própria vida.
Hoje a gente vive lidando com cobranças de todos os lados, cada vez mais cedo, e quem dera se fosse só da mãe.

Aos 30 anos - ou até mais cedo - você já deveria "ser alguém na vida", ter casa, carro, um bom emprego e quem sabe já ter formado uma família. Se isso não ocorrer, você fracassou. Isso me faz pensar mais sobre essa cultura do imediatismo e de que tudo tem que ser conquistado o mais cedo possível.

É cruel começar a perguntar para uma criança de 12 anos o que ela quer ser quando crescer, e mais cruel ainda, é esperar dela uma resposta sem rodeios, na lata.
Ninguém é obrigado a saber o que quer com 15, 17, 20 anos e acredite, com 30 também não. Se você souber, parabéns, mas se mudar de ideia daqui 10 anos, parabéns também. Que nunca seja tarde para recomeçar, se forme na faculdade aos 30, faça outra faculdade aos 50. Você é livre ou pelo menos deveria ser.

Essa geração que fica milionária antes dos 30, que dá aula de empreendedorismo e de finanças é de se aplaudir de pé sim, mas que fique claro que cada um é cada um e que você não pode se sentir menos porque não está dentro desse time.

Você é alguém na vida desde quando nasce, e as suas pequenas vitórias são motivo de vibração também. E que não sejam só conquistas materiais.

No final o que importa de verdade é sentir que você está fazendo algo para você, por você. E isso não tem nada haver com egoísmo.